quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Caminhada pelo Parque Nacional de Doñana | dia 02



Dia 02

Hoje o dia começou muito chuvoso e cinzento.
Mas para alegrar tive logo uma sessão fotográfica com algumas espécies de patos.




O local que nos acolheu durante a nossa estadia por terras espanholas Ardea Purpurea.






Fomos em direcção a El Rocio onde chegamos à brilhante conclusão que os pássaros já estão em terras mais quentes. Alguns nórdicos (passáros) que cá se vêem não compensam o festival de cor da primavera. Seguimos até ao Acebuche, que é um centro de visitantes da Reserva de Doñana. Tem alguns percursos pedestres assinalados e com abrigos para observação de fauna. Fizemos cerca de 10km nos percursos e com muita paciência conseguimos observar, Patos, Galinhas de Água, outros pequenos pássaros. Mas o que nos fez ganhar o dia foi avistar 2 raposas, e depois 2 Gamos fêmea já quando vínhamos de volta ao centro de interpretação, claro que tudo isto foi debaixo de chuva que teimava em não parar.
Como prémio fomos almoçar marisco ( na lata ) em frente ao mar.
Regressamos com algum TT à mistura para preparar os dias que se seguem.






terça-feira, 27 de novembro de 2012

Caminhada pelo Parque Nacional de Doñana | dia 00 e 01


O Parque Nacional de Doñana está situado na parte sul da Província de Huelva, Andaluzia, e estende-se por três províncias: Huelva, Sevilha e Cádis. Doñana é a maior reserva biológica da Espanha e também de toda a Europa, contando com uma extensão enorme de área protegida, com mais de 50 000 hectares.

Após a expulsão dos árabes no século XIII, o Rei Afonso X inicia a cristianização do território e a construção das primeiras ermidas. É durante o século XV, com a organização do território pelo domínio senhorial, que começam os primeiros limites e coutos (privados), assim como a interdição de actividades que prejudiquem a caça na região. O nome hoje conhecido de Donãna deve-se à construção por parte do sétimo duque Medina-Sidonia de um palácio para a sua esposa, Dona Ana Gómes de Mendoza e Silva, no interior do monte. Com o tempo, estas terras, bastante ricas em caça, começam a ser conhecidas como o bosque de Doña Ana, o couto de Doña Ana, etc., até ao nome actual Doñana.
O interesse científico e natural pela região de Doñana tem início durante o século XIX e durante o XX são introduzidas espécies animais, plantam-se pinheiros e organizam-se montarias de caça de forma sistemática. Em 1940 é constituída a Sociedade Cinegética del Coto del Palácio de Doñana. A riqueza faunística das terras de Doñana começa a atrair cada vez mais ornitólogos de vários cantos do mundo, que lançam a proposta de internacionalizar esta enorme propriedade. É o começo de uma consciência conservacionista a nível internacional que vai levar à aquisição, em 1963, de cerca de sete mil hectares por parte do Estado espanhol, juntamente com o World Wildlife Fund (WWF). Estava dado o primeiro passo para a criação da Reserva Biológica de Doñana, que seis anos depois se transforma em parque nacional. Hoje, com várias figuras internacionais de protecção (Reserva da Biosfera, Património da Humanidade, etc.), o Parque Nacional de Doñana é uma referência a nível internacional, que se traduz nos largos milhares de visitantes que anualmente acolhe.
O clima do Parque Nacional de Doñana é suave, de tipo mediterrâneo. O clima mediterrâneo se caracteriza por ter invernos úmidos e verões secos. A chuva é mais presente nas estações intermédias (primavera e outono). A temperatura local é, durante todo o ano, de 15°C.
No total, no Parque Doñana foram catalogados 20 espécies de peixes de água doce, 11 de anfíbios, 21 de répteis, 37 de mamíferos não marinhos e 360 aves, das quais 127 se reproduzem habitualmente no Parque.



O Parque Nacional de Doñana impõe um respeito absoluto pela natureza. É necessário aplicar, nos locais a visitar, algumas regras de conduta, de modo a que o visitante não se torne numa ameaça à fauna e à flora. É proibido fazer barulho, perturbar os animais e recolher plantas. Deve levar binóculos, vestuário de cores discretas e também, para os mais entusiastas, alguns guias de campo.

Dia 00

Chegada ao Ardea Purpúrea pelas 19h00, fizemos uma viagem tranquila.
Paragem para almoçar em Estremoz cerca do meio-dia e meia, como acordamos bastante cedo, também mais cedo tivemos fome. Esperava-nos um Estufado de Javali, acompanhado pelo belo Sumol, para sobremesa eu fiquei na Sericaia e a Sara na Mousse de Chocolate caseira.
Como chegamos perto da hora de jantar, tivemos ainda tempo para um refrescante banho. Na ementa constava de entrada creme de tomate, batatas alinhadas, prato principal foi solomilho com estufado de legumes e croquetes de carnes variadas e chá.

Dia 01
 

Acordamos as 8h30, embora o despertador tivesse tocado as 07h00, mas ronha falava mais alto.
 
Para hoje tínhamos um percurso de perto de 15km. Por caminhos de gado, pinhais e coutadas de caça. Foi um percurso fácil, essencialmente plano mas com algumas zonas de piso arenoso.





As presenças dominantes foram as Aves e os Anfíbios e Vacas. Como estamos no final de Outubro, estava dia óptimo para caminhar, nem muito calor nem muito frio.



Após 4 horas de caminhada, o merecido lanche. Repostas as energias rumamos ao observatório de Aves José Valverde a 27km quase na totalidade em estradões de acesso as diversas fazendas do Entorno Natural do Parque de Donnãna.
 






Pelo meio ainda conseguimos fotografar uma Águia Pesqueira, quando chegamos à zona do Observatório tal era a barulheira feita pelos Patos e Galinhas de Água, enquanto espera pelo melhor momento para tentar fotografar alguma ave da Marisma, vislumbrei uma raposa, a qual apenas tirei 2 fotos e uma das quais tenho a raposa a olhar directamente para mim. Tivesse fotografado ou não Ganhei o dia!
 


Hoje o sol baixou no horizonte pelas 18h30, hora que fizemos o caminho de regresso, de novo por uns belos estradões. Chegamos ao nosso hotel para um banho e um merecido jantar. Foi-nos presenteado como entrada cenouras alinhadas, creme de curgete, para prato principal corvina no forno com batatas, cebola e pimentos, para sobremesa coulant de chocolate

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Perpectivas do Fotojornalismo em Portugal | 29 Novembro Cordoaria Nacional





A Estação Imagem convida a estar presente no debate Perspectivas do Fotojornalismo em Portugal, a realizar-se dia 29 de novembro, entre as 18h30 e as 20h30, na Cordoaria Nacional.
Moderado por Luís Vasconcelos, em análise estarão temas como Há espaço para a reportagem fotográfica na imprensa?; Há lugar para os fotojornalistas independentes?; Há solução nas plataformas da web?.
A entrada é livre!

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Lâmpadas economizadoras | Cuidados a ter



As lâmpadas economizadoras de energia têm já uma longa existência. Tal como o seu nome indica, estas lâmpadas têm maior eficiência que as vulgares lâmpadas de incandescência em termos de consumo energético. Muito de nós estamos presentemente a utilizar estas lâmpadas para poupar no consumo de energia e, consequentemente, na conta da electricidade!





No entanto, estes tipos de lâmpadas, se partidas, têm um perigo elevado.
• Se uma lâmpada se partir, todos terão que abandonar a sala durante pelo menos 15 minutos, porque esta lâmpada contém mercúrio (venenoso) que causa enxaquecas, desorientação, desequilíbrio e outros problemas de saúde, quando inalado.
• Origina alergias em muitas pessoas, problemas de pele e outras doenças apenas por tocar na substância ou a inalar
• NÃO limpe com um aspirador os restos da lâmpada partida, porque isso iria espalhar a contaminação a outras salas da casa quando nelas viesse a usar o aspirador.
• Deve ser limpo com uma vassoura ou escova normais, ser mantido num saco selado e retirado imediatamente de casa para um local de recolha de resíduos perigosos.

AVISO: O mercúrio é perigoso, é mais venenoso que o chumbo ou o arsénio

Conselhos acerca do que fazer se uma Lâmpada Economizadora de Energia se partir em casa ou outros locais em que possa existir este tipo de lâmpadas:

1. Evacuar a sala, tendo o cuidado de não pisar os cacos de vidro espalhados no chão.

2. Não utilize o aspirador para limpar este lixo porque a acção de sucção do aspirador poderia espalhar gotas de mercúrio tóxico pela casa toda.

3. Calce umas luvas de borracha e varra este lixo para uma pá.

4. Coloque este lixo num saco de plástico e feche-o bem.

5. Não coloque este saco de plástico no lixo normal.

6. Em lugar disso, coloque este saco de plástico num dos pontos que o seu município lhe disponibiliza para as pilhas a reciclar, que também contêm mercúrio, ou entregue num ponto de recolha onde possa ser eliminado de forma segura.

7. Procure não inalar as poeiras que possam resultar dos cacos da lâmpada partida.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Festa do Livro | Museu do Oriente | 23 de Novembro a 09 de Dezembro




A Festa do Livro do Museu do Oriente, agora na sua 5ª edição, proporciona ao público a possibilidade de adquirir, a preços inferiores aos habitualmente praticados, os títulos que constam do vasto catálogo publicado pela Fundação Oriente ao longo de mais de duas décadas de edições. Trata-se de um conjunto de obras dedicadas ao estudo da presença da língua, cultura e história dos portugueses na Ásia, de edições críticas de fontes históricas ou de traduções para chinês de textos relevantes da literatura e história portuguesas.

mais info: 
http://publicacoes.foriente.pt/?-v-festa-do-livro-23-novembro-a-9-dezembro-de-2012-,34

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

A Imagem Contextualizada | Marta Castelo à conversa com Filipa Valadares | Arquivo Fotográfico de Lisboa






Ontem foi assim, com uma sala simpática, Marta Castelo e Filipa Valadares "desfolharam" um pouco o projecto "Papel",  que está em exposição na sala de leitura do Arquivo Fotográfico.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Arquivos Secretos | Conversas Abertas | Arquivo Fotográfico de Lisboa



No âmbito da exposição arquivos secretos realizam-se duas conversas abertas às 17h
com a participação dos artista e curadora, seguidas de visita orientada à exposição

27 out.
_ ana Fonseca
_ António Vasconcelos lapa
_ fabrice ziegler
_ joão paulo serafim
_ j. rosa g.

03 nov.
_ carla cabanas
_ mara castilho
_ maria pia oliveira
_ joão castro silva
_ Paula paour

Entradas Gratuitas | Público em geral

Local: Arquivo Municipal de Lisboa | FOTOGRÁFICO
Morada: Rua da Palma, nº 246, 1100-394 LISBOA
Metropolitano: Estação Martim Moniz
Autocarros: 34, 40, 708
Elétrico: 12E, 28E