sexta-feira, 2 de outubro de 2015

6ª edição da Feira do Livro de Fotografia de Lisboa | Arquivo Fotográfico de Lisboa




Entre 27 e 29 de novembro terá lugar no Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico a 6ª edição da Feira do Livro de Fotografia de Lisboa, evento anual que reúne autores, editores independentes e livreiros, especializados em publicações fotográficas, fotolivros e fotozines.

Organizado por um grupo informal, Os Novos Suspeitos, e contando pela primeira vez com o apoio institucional do Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico, este evento é concebido como um espaço experimental de exposição, venda, discussão e debate em torno do livro de fotografia e das diferentes formas que este pode assumir.

Na edição deste ano serão facultados diversos micro-eventos ao público, concedendo-lhe a oportunidade única de assistir e participar em conferências, conversas e outros momentos de contacto com artistas, fotógrafos e especialistas, que invocarão a presente situação do livro de fotografia. 
O fotolivro brasileiro terá uma visibilidade particular na edição de 2015.

Estas iniciativas, de acesso livre, serão complementadas por outras atividades destinadas ao público em geral, jovem e adulto. Um workshop sobre a obra fotolivro e a auto-edição, dirigido a um público especializado, completa os conteúdos desta 6ª edição da Feira do Livro de Fotografia de Lisboa.

APRESENTAÇÂO

Ponto de encontro entre profissionais, apaixonados pela fotografia e o grande público, marcada por um ambiente de proximidade, informal e intergeracional, em torno do livro de fotografia, onde se facilita a comunicação e a partilha, a Feira do Livro de Fotografia de Lisboa tem-se constituído como uma iniciativa em crescimento, um polo dinamizador e valorizador da criação editorial no domínio fotográfico emPortugal, contando com uma significativa adesão de públicos.

Nesta 6ª edição, propomos algumas novidades que certamente contribuirão para uma evolução construtiva do projeto.


Em primeiro lugar, a Feira vai beneficiar de uma nova localização no coração da cidade, conhecida de todos pela designação mais antiga de Arquivo Fotográfico de Lisboa, na rua da Palma. Este espaço, muito acarinhado pelos amantes da fotografia, é o atual Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico. Sendo a única instituição pública na capital integralmente dedicada à fotografia, parceira do evento desde a primeira hora, achamos natural esta aproximação. O novo espaço, estruturalmente pensado para a fotografia e de grande relevância no quadro cultural de Lisboa, não só dignifica como vai ao encontro dos propósitos da Feira.


O segundo impulso passa pelo reforço de uma das raízes do projeto, que consiste em dar visibilidade aos autores e respetivos projetos de edição. O átrio do Arquivo recebe a apresentação das maquetas/dummies e ali certamente se estabelecerá um diálogo com os autores, que poderão realizar a apresentação dos seus projetos na sala de leitura do Arquivo. Pretende-se favorecer a criatividade editorial junto dos autores e permitir nalguns casos o encontro de pareceres facilitando a sua concretização, como já se verificou em anos anteriores. Na sala destinada aos expositores a bancada principal é dedicada aos autores e utilizada enquanto espaço coletivo destinado à venda das auto-edições.
SUBMISSÃO DE MAQUETAS / DUMMIES

Para mais info visite:

https://www.facebook.com/Feira-do-Livro-de-Fotografia-de-Lisboa-Lisbons-Photobook-Fair-181493571866935/timeline/

ou

http://issuu.com/lisbonsphotobookfair

... e boas leituras.




sexta-feira, 26 de junho de 2015

Abrimos a época alta dos eventos | We opened the events season






Se vai ter um evento? seja particular ou de empresa... contacte-nos temos ainda alguns dias disponíveis, temos para oferecer serviço de fotografia e video.... 


quarta-feira, 6 de maio de 2015

Estúdio A inaugurar | Studio new place to work



Estamos a inaugurar um novo espaço, maior, mais dinâmico e com uma equipa pronta a satisfazer o seu evento...venha espreitar.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Exposição " Terceira Imagem" | Arquivo Fotográfico de Lisboa









Inaugurou hoje mais uma exposição no Arquivo fotográfico de Lisboa, um trabalho que evoca as referencias "steampunk" nos seus aparelhos de visionamento, futuristas mesmo, datando estes  a partir de 1890....

A exposição “A terceira imagem, a fotografia estereoscópica em Portugal e o desejo de 3D” organizada pelo projecto de investigação Stereo Visual Culture da Universidade Lusófona,  sobre a fotografia estereoscópica em Portugal é inaugurada
Foi o investimento científico no estudo da visão que originou a fotografia estereoscópica. A partir de 1833, um par de imagens gémeas passou a poder reproduzir o fenómeno da visão binocular e, como tal, gerar ‘vistas com relevo’ resultantes de uma ilusão perceptiva de tridimensionalidade. A imagem com aspecto tridimensional que a estereoscopia oferece não coincide com nenhuma das duas imagens recebidas pelos olhos, uma vez que é uma síntese das anteriores, ou seja, uma Terceira Imagem. A possibilidade de reprodução desta experiência óptica, fortemente realista e imersiva, permitiu à fotografia estereoscópica responder tanto ao emergente desejo social de viajar para paisagens distantes (por muito que apenas virtualmente), como ao desejo de que a fotografia se pudesse confundir com a realidade, adquirindo ‘vida’.

A presente exposição é dedicada à fotografia estereoscópica em Portugal, nomeadamente, ao modo como produziu um novo olhar sobre os temas, os géneros, as composições fotográficas e ainda sobre os ‘assuntos portugueses.’ Partiu de um estudo das colecções e dos fundos de fotografia estereoscópica de museus e arquivos públicos nacionais efectuado pelo projecto de investigação Cultura Visual Estéreo do Centro de Investigação CICANT da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Em parceria com o m|i|mo, Museu da Imagem em Movimento, e com o Arquivo Municipal de Lisboa — Fotográfico, projectaram-se duas exposições que permitem a primeira apresentação das suas colecções e fundos autorais de estereoscopia.

No Arquivo Fotográfico de Lisboa de 16 de Abril a 17 de Junho

Como chegar | how to arrive:

Arquivo Fotográfico de Lisboa
Morada: Rua da Palma, nº 246,
1100-394 Lisboa
Metropolitano: Estação Martim Moniz
Autocarros: 34, 40, 708
Eléctrico: 12E, 28


quarta-feira, 25 de março de 2015

@ Portugal Fashion Backstage | Storytailor's








STORYTAILORS
“EL DIABLO, A VELHA MENINA, LA SAYONA DEL E A CABAÇA DELA”

Uma das imagens mais sedutoras e convidativas do inverno é a ideia de uma lareira
reconfortante, onde as labaredas dançam sinuosas, aquecendo-nos quando nos
aproximamos. Aconchegamo-nos à sua volta e deixamo-nos ficar num torpor bom.
Contamos histórias uns aos outros, partilhamos experiências. Conversas longas que
se prolongam ao serão. Histórias curiosas, divertidas, misteriosas,
desconcertantes, assustadoras. Na penumbra, estremecem sombras que desafiam a
nossa imaginação e alteram a nossa perceção do espaço e do tempo.
As primeiras inspirações para a história agora retratada foram outras narrativas
contadas em cenários como este, há uns trinta anos, em Portugal e na Venezuela. Em
Portugal, uma avó alentejana contava ao neto todos os anos três histórias sempre
de seguida e pela mesma ordem: primeiro “As Filhoses de Natal”, depois “A Velha e
a Cabacinha” e, por fim, a “Capuchinha”. O neto via as três narrativas como uma
só, ao ponto de as achar incompletas se contadas umas sem as outras. Na Venezuela,
outro menino ouvia contos da LLorona, da Sayona e do Silbón, autênticas almas
penadas fabulosas que lhe povoavam os sonhos e que se misturavam com figuras das
alegres festividades que conhecia, os “Diablos Danzantes”, muito semelhantes aos
“Caretos” de Trás-Os-Montes. A fusão destas referências foi o ponto de partida
para começarmos esta história surreal.

As silhuetas desta coleção são isso mesmo: recortes, contornos, que se sujeitam à
nossa interpretação e se submetem ao impulso misterioso, que nos enriquece a
perceção com associações insólitas de ideias e sensações. Lãs, pelo, algodão,
neoprene, fibra são alguns materiais utilizados. As matérias-primas tradicionais
portuguesas surgem associadas a materiais tecnológicos. Na paleta cromática,
destaque para o preto. O preto que é o desconhecido, o mistério, o escuro das
noites longas, mas também a proteção, que é o paradoxo de ser todas as cores e
simultaneamente nenhuma. E todos os tons de preto. Atirámos estas achas para a
fogueira da nossa inspiração e esperamos influenciar a imaginação de quem assiste.